Dívida do Brasil no governo Lula chega a R$ 10 trilhões e aperta o bolso do brasileiro

O Brasil atingiu um novo patamar de endividamento: a dívida bruta do governo já gira em torno de R$ 10 trilhões. O número é alto e reacende o debate sobre o rumo das contas públicas.

A comparação chama ainda mais atenção porque, ao final de 2022, no último ano do governo Bolsonaro, o país registrava o menor nível de dívida em relação ao PIB desde 2016. Agora, poucos anos depois, o endividamento voltou a subir e já alcança um dos maiores volumes da história. Mas os reflexos não param por aí.

O ambiente de juros altos e insegurança econômica também atinge diretamente as empresas. Dados recentes mostram um aumento expressivo nos pedidos de falência. Na comparação com o período anterior, o número de empresas em dificuldade subiu cerca de 173%, chegando a mais de 2.300 empresas fechadas em um ano.

O que isso significa na prática: Empresas com dificuldade de se manter abertas, menos investimentos,menos geração de empregos, comércio enfraquecido

Tudo isso está ligado ao mesmo problema: quando a dívida cresce, o governo precisa se financiar mais, os juros sobem e o dinheiro fica caro. E quando o dinheiro fica caro, o empresário não investe e o trabalhador sente.

Juros altos também significam: Crédito mais caro, mais dificuldade para financiar casa, carro ou abrir um negócio, parcelas e empréstimos pesando no bolso.

Além disso, quanto mais o governo gasta com juros da dívida, menos recursos sobram para saúde, obras, infraestrutura e serviços públicos.

O impacto é gradual, mas real: crescimento mais fraco, empresas fechando as portas, menos oportunidades e custo de vida mais pesado.

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